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	<title>Arquivos graduação em Direito - Blog UniDomBosco</title>
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	<description>Tudo sobre Graduação e Pós</description>
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	<title>Arquivos graduação em Direito - Blog UniDomBosco</title>
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		<title>Termos jurídicos: conheça os principais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blog UniDomBosco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 18:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[graduação em Direito]]></category>
		<category><![CDATA[termos técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra os principais termos jurídicos utilizados no campo do Direito e entenda as palavras mais comuns entre os advogados.</p>
<p>O post <a href="https://unidombosco.edu.br/blog/termos-juridicos-conheca-os-principais/">Termos jurídicos: conheça os principais</a> apareceu primeiro em <a href="https://unidombosco.edu.br/blog">Blog UniDomBosco</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>
<p>Termos Jurídicos são fundamentais para a&nbsp;<a href="https://unidombosco.edu.br/blog/conhece-a-graduacao-em-servicos-juridicos-e-notariais/">prática do direito</a>, facilitando a comunicação precisa e eficiente entre profissionais da área. Estes termos são utilizados para descrever conceitos, ações, processos e documentos legais, garantindo clareza e precisão nas comunicações jurídicas.&nbsp;</p>



<p>A familiaridade com os Termos Jurídicos é essencial para advogados, juízes, estudantes de Direito e outros profissionais do setor, permitindo um entendimento comum e evitando ambiguidades que possam comprometer interpretações legais.</p>



<p>Neste texto, abordaremos detalhadamente o que são os Termos Jurídicos, apresentando uma lista dos principais termos utilizados no dia a dia dos profissionais do direito e os diferentes tipos de vocabulário jurídico.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são Termos Jurídicos?   </h2>



<p>Conforme orienta o portal&nbsp;<a href="https://www.aurum.com.br/blog/termos-juridicos/#:~:text=Os%20termos%20jur%C3%ADdicos%20s%C3%A3o%20express%C3%B5es,uso%20excessivo%20dos%20termos%20jur%C3%ADdicos.">Aurum</a>, os Termos Jurídicos são expressões da linguagem utilizada por operadores do Direito, como advogados, juízes e outros profissionais, para se referir a documentos, procedimentos ou definições.</p>



<p>Estes termos são fundamentais para a compreensão de textos legais, como contratos, leis e regulamentos. Eles ajudam a padronizar a linguagem jurídica, permitindo que todas as partes envolvidas tenham um entendimento comum sobre assuntos legais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da linguagem e comunicação jurídica  </h2>



<p>Segundo o <a href="https://www.jusbrasil.com.br/artigos/a-importancia-da-linguagem-simples-no-direito/2531337691">portal Jus Brasil</a>, a linguagem e o direito possuem uma relação fundamental e inseparável. É por meio da linguagem, seja ela falada, escrita ou interpretada, que é possível elaborar leis, redigir contratos, formalizar petições e conduzir julgamentos.</p>



<p>A comunicação jurídica bem estruturada é indispensável para garantir que os direitos e deveres sejam compreendidos corretamente, evitando interpretações equivocadas que possam gerar conflitos ou injustiças.</p>



<p>Essa comunicação jurídica depende do uso adequado dos Termos Jurídicos, por isso é importante entender os significados de cada um deles. Em contratos, sentenças e pareceres, a escolha das palavras deve ser meticulosa, pois qualquer erro ou inconsistência pode comprometer todo o processo judicial ou até alterar o significado de uma norma legal.</p>



<p>Além da necessidade técnica, a comunicação jurídica também facilita o acesso à justiça quando bem empregada. Quando os Termos Jurídicos são explicados de forma clara, a população consegue entender melhor seus direitos e obrigações, evitando abusos e assegurando uma participação mais ativa nos processos legais. Um sistema jurídico eficaz não se baseia apenas em normas rígidas, mas também na transparência e acessibilidade da linguagem.</p>



<p>Por isso, advogados e demais profissionais do setor devem sempre buscar um equilíbrio entre a precisão técnica e a clareza na comunicação, garantindo que a justiça seja compreendida e aplicada da melhor forma possível.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/termos-juridicos-_Copy_-1024x683.webp" alt="advogada-lendo-papeis" class="wp-image-11795" srcset="https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/termos-juridicos-_Copy_-1024x683.webp 1024w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/termos-juridicos-_Copy_-300x200.webp 300w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/termos-juridicos-_Copy_-768x512.webp 768w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/termos-juridicos-_Copy_-720x480.webp 720w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/termos-juridicos-_Copy_-520x347.webp 520w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/termos-juridicos-_Copy_-150x100.webp 150w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/termos-juridicos-_Copy_.webp 1079w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os Termos Jurídicos? </h2>



<p>Existem inúmeros Termos Jurídicos usados no cotidiano dos&nbsp;<a href="https://unidombosco.edu.br/blog/cursos-de-direito-quais-sao-os-cursos-superiores-na-area/">profissionais do Direito</a>, cada um desempenhando um papel único na comunicação e na prática jurídica. A seguir, conheça os principais termos de acordo com o portal da&nbsp;<a href="https://ww2.trt2.jus.br/servicos/informacoes/glossario-de-termos-juridicos">Justiça do Trabalho</a>:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Habeas Corpus e Habeas Data</h3>



<p>O&nbsp;<em>habeas corpus</em>&nbsp;é um dos Termos Jurídicos mais conhecidos, utilizado para proteger o direito à liberdade de um indivíduo, garantindo que ele não seja preso de forma arbitrária. Por exemplo, um advogado pode solicitar um&nbsp;<em>habeas corpus</em>&nbsp;para liberar um cliente que foi detido sem provas suficientes.</p>



<p>Já o termo&nbsp;<em>habeas data</em>&nbsp;é utilizado para garantir o direito de uma pessoa de acessar informações pessoais registradas em bancos de dados de entidades públicas ou privadas. Exemplo: um cidadão pode utilizar o&nbsp;<em>habeas data</em>&nbsp;para verificar quais informações suas estão sendo mantidas por uma instituição financeira. Caso encontre dados incorretos ou desatualizados, ele pode solicitar a correção ou atualização desses dados para evitar possíveis prejuízos ou constrangimentos futuros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mandado de Segurança   </h3>



<p>Outro Termo Jurídico importante, o Mandado de Segurança é utilizado para proteger direitos líquidos e certos, não amparados por&nbsp;<em>habeas corpus</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>habeas data</em>. Por exemplo, uma empresa pode solicitar um Mandado de Segurança para assegurar seu direito a uma licença ambiental que foi injustamente negada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contrato</h3>



<p>Um contrato é um acordo legal entre duas ou mais partes, estabelecendo obrigações e direitos mútuos. Por exemplo, um contrato de aluguel define os deveres do locador e do locatário em relação à propriedade alugada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Jurisprudência  </h3>



<p>Jurisprudência é o conjunto de decisões e interpretações de tribunais que serve como referência para casos futuros. Por exemplo, uma decisão do Supremo Tribunal Federal pode estabelecer uma jurisprudência que outros tribunais inferiores devem seguir em casos semelhantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Réu</h3>



<p>O réu é a parte acusada em um processo judicial. Por exemplo, em um&nbsp;<a href="https://unidombosco.edu.br/blog/direito-penal-e-violencia/">caso criminal</a>, o réu é a pessoa que está sendo acusada de cometer um crime.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Petição</h3>



<p>Uma petição é um documento formal apresentado ao tribunal, solicitando uma decisão sobre um assunto específico. Por exemplo, uma petição pode ser apresentada por um advogado pedindo a anulação de uma multa de trânsito injusta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sentença</h3>



<p>A sentença é a decisão final de um juiz sobre um caso. Por exemplo, em um&nbsp;<a href="https://unidombosco.edu.br/blog/quais-areas-de-atuacao-do-direito/">processo civil</a>, a sentença pode determinar que uma parte pague indenização à outra por danos causados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diligência</h3>



<p>Diligência é um ato processual realizado fora da sede do juízo, como uma inspeção, notificação ou cumprimento de ordem judicial. Pode ser feito por um oficial de justiça ou outro representante do tribunal para provas, entregar intimações ou garantir o cumprimento de uma decisão judicial.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dissídio</h3>



<p>Dissídio é um conflito de interesses levado à Justiça para resolução. No direito trabalhista, existem dois tipos principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Dissídio individual</strong>: ocorre quando um trabalhador entra em ação judicial contra o empregador para reivindicar direitos específicos, como pagamento de horas extras ou verbas rescisórias.</li>



<li><strong>Dissídio coletivo</strong>: envolve sindicatos e trabalhadores ou categorias profissionais, buscando melhorias salariais, benefícios ou condições de trabalho para um grupo de trabalhadores.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Ônus da prova</h3>



<p>O ônus da prova define quais das partes do processo tem a responsabilidade de apresentar evidências para comprovar suas alegações. No direito trabalhista, por exemplo, geralmente cabe ao empregador demonstrar que cumpriu suas obrigações, enquanto o trabalhador deve comprovar a existência do direito que está fazendo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Segredo de Justiça</h3>



<p>O segredo de justiça é a restrição de acesso a um processo judicial, garantindo que apenas as partes envolvidas e seus advogados possam consultá-lo. Essa medida é adotada em casos que envolvam sigilo bancário, proteção de menores ou questões de segurança, protegendo informações sensíveis de exposição pública.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Reclamante e reclamada</h3>



<p>Na Justiça do Trabalho, o reclamante é o trabalhador que entra com um processo judicial contra o empregador, buscando a correção de um direito cumprido violado. Já a reclamada é a empresa ou pessoa física contra quem a ação é movida.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Penhora</h3>



<p>Penhora é a apreensão judicial de bens do devedor para garantir o pagamento de uma dívida reconhecida em processo. Esse procedimento ocorre quando um credor não recebe voluntariamente o valor devido, permitindo que o bem penhorado seja vendido em leilão para quitação do débito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os tipos de vocabulário jurídico?  </h2>



<p>Podemos dizer que o vocabulário jurídico se divide em três facetas, sendo o vocabulário jurídico técnico, vocabulário jurídico coloquial e o vocabulário jurídico doutrinário.</p>



<p>O vocabulário jurídico técnico inclui Termos Jurídicos específicos utilizados em documentos legais e procedimentos judiciais, como “petição inicial”, “contestação” e “acórdão”. Este tipo de vocabulário é fundamental para a prática jurídica formal, pois garante a precisão e a clareza necessárias em processos e documentos legais.</p>



<p>Por outro lado, o vocabulário jurídico coloquial é menos formal e utiliza termos de forma mais acessível e compreensível para o público geral, como “ação judicial” e “sentença”. Este tipo de vocabulário é crucial para a comunicação com pessoas que não têm formação jurídica, facilitando o entendimento de questões legais por parte do público leigo.</p>



<p>Por fim, o vocabulário jurídico doutrinário está presente em textos acadêmicos,&nbsp;<a href="https://unidombosco.edu.br/blog/estante-virtual-como-encontrar-bons-livros-para-estudar/">livros jurídicos</a>&nbsp;e teses, aprofundando os estudos do Direito, discutindo interpretações, propondo teorias e analisando casos práticos.&nbsp;</p>



<p>Embora seja mais elaborada e técnica, a linguagem doutrinária também pode ser acessível, desde que seja apresentada de maneira clara e didática. Muitos servidores públicos recorrem a essas obras para se aprimorar e estar atualizados sobre os temas jurídicos relevantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais palavras os advogados mais usam?   </h2>



<p>Advogados frequentemente utilizam uma série de Termos Jurídicos em sua prática diária para garantir a precisão e a clareza na comunicação jurídica.&nbsp;</p>



<p>Como já vimos anteriormente, esses termos são essenciais para a&nbsp;<a href="https://unidombosco.edu.br/blog/a-sua-carreira-juridica-ja-comecou/">rotina de um operador do Direito</a>. Dessa forma, a familiaridade com esses termos não só facilita o trabalho dos advogados, mas também assegura que todas as partes envolvidas em um caso jurídico tenham um entendimento claro e uniforme das questões em discussão.&nbsp;</p>



<p>As principais palavras utilizadas pelos advogados são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Petição:</strong> Documento formal onde uma das partes solicita algo ao juiz.</li>



<li><strong>Sentença:</strong> Decisão final proferida por um juiz sobre um caso.</li>



<li><strong>Embargos:</strong> Recursos utilizados para contestar ou esclarecer decisões judiciais.</li>



<li><strong>Apelação:</strong> Recurso para revisar uma decisão judicial em instância superior.</li>



<li><strong>Ação:</strong> Procedimento judicial iniciado por uma parte que busca a proteção de um direito.</li>



<li><strong>Prova:</strong> Elemento apresentado no processo para demonstrar a veracidade de fatos alegados.</li>



<li><strong>Intimação:</strong> Notificação formal para comparecimento ou cumprimento de uma determinação judicial.</li>



<li><strong>Processo:</strong> Conjunto de atos e procedimentos destinados à solução de um conflito de interesse.</li>



<li><strong>Tutela:</strong> Medida judicial para proteger direitos de uma pessoa, geralmente temporária.</li>



<li><strong>Precatório:</strong> Ordem judicial de pagamento emitida contra a Fazenda Pública.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como interpretar corretamente os Termos Jurídicos em documentos legais?</h2>



<p>A interpretação correta dos Termos Jurídicos em documentos legais é essencial para evitar problemas futuros. Muitas pessoas, ao lerem um documento jurídico, enfrentam dificuldades devido à complexidade da linguagem utilizada. No entanto, entender esses termos não precisa ser um desafio insuperável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Principais erros na leitura de contratos e como evitá-los</h3>



<p>Um erro comum na leitura de contratos é focar apenas nas cláusulas principais, como valores e prazos, ignorando os detalhes que podem conter obrigações ocultas. Termos como <em>ônus da prova</em>, <em>mora</em> ou <em>cláusula resolutiva</em> podem determinar a responsabilidade das partes em caso de descumprimento.</p>



<p>Para evitar esse erro, é recomendável ler o contrato na íntegra, destacando termos desconhecidos e buscando sua definição antes de assinar qualquer documento.</p>



<p>Outro erro frequente é não verificar a coerência entre diferentes cláusulas. Por exemplo, uma cláusula pode garantir um direito ao contratante, enquanto outra, mais adiante, pode limitar esse direito de maneira sutil. A dica aqui é sempre revisar o documento mais de uma vez.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dicas para compreender cláusulas complexas em processos judiciais</h3>



<p>Quando se trata de processos judiciais, a linguagem técnica pode dificultar a compreensão das decisões. Muitas vezes, palavras como <em>acórdão</em>, <em>transitado em julgado</em> ou <em>litigância de má-fé</em> não são familiares ao público geral ou para <a href="https://unidombosco.edu.br/blog/saiba-tudo-sobre-a-faculdade-de-direito/">estudantes de Direito</a>. Para facilitar o entendimento, uma abordagem útil é consultar a jurisprudência — ou seja, decisões anteriores sobre o mesmo tema — para entender como aquele termo foi aplicado na prática.</p>



<p>Outra dica é dividir a leitura do documento em partes. Comece pelos trechos que contêm os principais pontos do processo, como pedidos e decisões. Depois, leia as fundamentações, que explicam o porquê daquela decisão ter sido tomada. Se ainda houver dúvidas, recorrer a dicionários jurídicos ou portais especializados pode ajudar a tornar a leitura mais acessível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como os Termos Jurídicos afetam a redação de petições e contratos?</h2>



<p>A precisão na escolha das palavras pode determinar a validade de um contrato e evitar ambiguidades que levem a disputas judiciais. Um contrato bem estruturado deve conter os seguintes elementos essenciais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Identificação das partes</strong>: Nome completo, CPF/CNPJ e demais informações relevantes para garantir a legitimidade do acordo.</li>



<li><strong>Objeto do contrato</strong>: Descrição clara do que está sendo acordado entre as partes.</li>



<li><strong>Direitos e obrigações</strong>: Definição das responsabilidades de cada parte, evitando interpretações divergentes.</li>



<li><strong>Condições e prazos</strong>: Determinação de datas para cumprimento das obrigações, evitando omissões que possam gerar conflitos.</li>



<li><strong>Penalidades e rescisão</strong>: Especificação das consequências para o descumprimento do contrato.</li>



<li><strong>Foro e legislação aplicável</strong>: Definição da jurisdição que irá regular eventuais disputas.</li>
</ul>



<p>Quando utilizada essa estrutura e escolhendo os Termos Jurídicos adequados para cada caso, é possível diminuir os riscos de nulidade contratual e assegurar que qualquer desacordo possa ser resolvido de forma mais eficaz.</p>



<p>Portanto, o uso correto dos Termos Jurídicos é vital para evitar mal-entendidos e garantir que os direitos e deveres sejam corretamente interpretados e aplicados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pós-graduação na área jurídica no UniDomBosco</h2>



<p>No UniDomBosco, você pode se especializar na área jurídica com cursos de pós-graduação de alta qualidade. Oferecemos programas como&nbsp;<a href="https://unidombosco.edu.br/?s=Direito+Processual+Civil%2C+Cidadania+e+Meios+Consensuais+de+Solu%C3%A7%C3%A3o+de+Conflitos%2C+&amp;post_type=page&amp;tipo=P%C3%B3s-Gradua%C3%A7%C3%A3o&amp;modalidade=">Direito Processual Civil, Cidadania e Meios Consensuais de Solução de Conflitos</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://unidombosco.edu.br/?s=Direito+do+Trabalho+e+Processual+do+Trabalho%3A+Pr%C3%A1tica+Trabalhista%2C+&amp;post_type=page&amp;tipo=P%C3%B3s-Gradua%C3%A7%C3%A3o&amp;modalidade=">Direito do Trabalho e Processual do Trabalho</a>.</p>



<p>Nossos cursos são projetados para aprimorar suas habilidades e conhecimentos, preparando você para desafios profissionais específicos, trilhando uma carreira de sucesso.&nbsp;</p>



<p>Gostou de saber mais sobre os principais Termos Jurídicos? Separamos outros textos que podem te interessar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://unidombosco.edu.br/blog/o-poder-da-oratoria/">O poder da oratória</a></li>



<li><a href="https://unidombosco.edu.br/blog/existe-curso-de-direito-ead/">Existe curso de Direito EAD?</a></li>



<li><a href="https://unidombosco.edu.br/blog/vade-mecum-o-que-e-para-que-serve-no-direito/">Vade Mecum: o que é? Para que serve no Direito?</a></li>
</ul>



<p>Além disso, que tal conhecer os cursos de graduação (<a href="https://unidombosco.edu.br/categoria/graduacao/presencial/">presencial</a> ou <a href="https://unidombosco.edu.br/categoria/graduacao/ead/">EAD</a>) e pós-graduação (também <a href="https://unidombosco.edu.br/categoria/pos-graduacao/pos-presencial/">presencial</a> ou <a href="https://unidombosco.edu.br/categoria/pos-graduacao/pos-ead/">EAD</a>) do UniDomBosco?</p>



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		<title>A sua carreira jurídica já começou</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 10:18:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[carreira pública]]></category>
		<category><![CDATA[concursos públicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo escrito pelo Prof. Me. Cristiano Dionísio Não há tempo a perder. É um erro comum os acadêmicos pensarem que suas carreiras jurídicas terão início somente&#46;&#46;&#46;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>
<p>Artigo escrito pelo Prof. Me. Cristiano Dionísio</p>



<p>Não há tempo a perder. É um erro comum os acadêmicos pensarem que suas carreiras jurídicas terão início somente após a formatura. Este é um equívoco que precisa ser evitado. A partir da sua matrícula é importante já ter em mente que desse ponto em diante todos os atos, ou omissões, terão reflexos mais ou menos positivos no seu futuro profissional.</p>



<p>Desta perspectiva, portanto, a graduação é uma oportunidade rica não somente pela formação jurídica que se tem, mas também em razão da possibilidade de desenvolver as demais habilidades e competências que promoverão seus horizontes profissionais. Aos que miram uma carreira pública, por exemplo, o que é possível fazer ainda durante a graduação em Direito? Seguem algumas ideias que podem ser úteis.</p>



<p class="has-vivid-red-color has-text-color"><strong>Saiba mais:</strong> <a href="https://www.epd.edu.br/blog/saiba-mais-sobre-as-materias-do-curso-de-direito/">Matérias do curso de Direito</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>CARREIRA PÚBLICA E CONCURSOS PÚBLICOS</strong></h2>



<p>Pode-se, em um primeiro momento, procurar conhecer profissionais da área em que se almeja realizar concurso. Esse contato é importante para que se tenha uma visão realista da carreira pretendida. Isso pode ser feito não somente em face dos estágios, mas também em eventos específicos. É possível, ainda, procurar orientações nas Instituições que promovem formação técnica para cada carreira, cita-se como exemplo a <a href="https://www.emap.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Escola da Magistratura do Paraná</a> e a Fundação Escola do Ministério Público do Paraná.</p>



<p>Nessas conversas você descobrirá quais outros concursos podem ser interessantes na sua jornada de conquista da função pública pretendida. É comum que magistrados e magistradas, bem como promotores e promotoras, tenham sido aprovados em outros concursos antes de terem obtido sucesso para a carreira que definitivamente pretendiam exercer. O caminho, portanto, nem sempre é uma linha reta.</p>



<p>Outra sugestão que merece destaque é guiar o seu estudo, desde já, em razão dos editais dos concursos já realizados no passado. Pense nestes Editais como mapas de um caminho a ser percorrido. A vantagem é que durante a graduação você poderá conhecer esse caminho de forma antecipada e com calma. Leia os editais e procure os professores das respectivas disciplinas para que possam orientá-lo quanto ao melhor conteúdo a ser lido, assistido ou acessado para os pontos lá indicados.</p>



<p>Se você desenvolver a sua graduação com esta estratégia, na prática, você reduzirá o seu tempo de trabalho para conquistar a sua aprovação. Imagine que o tempo médio para aprovação nos concursos mais disputados, com estudos regulares, produtivos e focados é de 03 (três) anos. Se você cumprir com esse período durante os 05 (cinco) anos da graduação, você já estará formado em condições competitivas para aprovação. De outro lado, caso você comece a realizar este trabalho somente depois de formado, você terá estudado, na melhor das hipóteses, 08 (oito) anos para tornar-se competitivo em seu concurso pretendido. Em síntese, faça do seu tempo seu aliado. Sabendo respeitá-lo, ele será generoso com você.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/carreira-juridica-1024x683.webp" alt="profissional-da-carreira-juridica-estudando" class="wp-image-9670" srcset="https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/carreira-juridica-1024x683.webp 1024w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/carreira-juridica-300x200.webp 300w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/carreira-juridica-768x512.webp 768w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/carreira-juridica-720x480.webp 720w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/carreira-juridica-520x347.webp 520w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/carreira-juridica-150x100.webp 150w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/carreira-juridica.webp 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>CARREIRA PRIVADA: ADVOCACIA</strong></h2>



<p>Para quem pretende atuar na iniciativa privada, também há estratégias importantes que podem ser colocadas em prática de imediato. Primeiro passo, não faça restrições ao campo de atuação. O Direito é plural e diverso em possibilidades. Mesmo não sendo a sua “matéria favorita”, sempre há possibilidade de que nela haja uma forma de atuação que lhe seja mais simpática.</p>



<p>É uma realidade incontornável que nem todos possuem condições objetivas de fazer <a href="https://www.epd.edu.br/blog/estagio-na-area-do-direito-quais-sao-os-melhores/">estágio</a>.</p>



<p>Muitos acadêmicos desenvolvem outras atividades profissionais para, dentre outros compromissos, fazer frente às próprias mensalidades. O que fazer neste caso? Uma possibilidade que se mostra interessante é procurar ser estagiário de “um único processo”. Explico. Todos possuem um parente ou um amigo que possuem um processo em tramitação. Neste caso você pode procurar, junto com seu familiar ou amigo, a advogado, ou advogado, responsável pelo caso. Peça para colaborar de forma voluntária. Ofereça-se para estudar tal processo, fazer pesquisas ou, até mesmo, realizar um resumo daquela ação até aquele momento.</p>



<p>Tudo isso fará com que você possa exercer uma atividade jurídica no tempo que tenha disponível e, sobretudo, permitirá que a profissional, ou o profissional, que lhe facultou tal oportunidade, venha a conhecer a sua competência. De outro lado, mesmo o seu parente, ou amigo, reconhecerá seu empenho e poderá indicar você, no momento oportuno, para outras oportunidades.</p>



<p>Outra questão que merece destaque é sua rede profissional (network), assunto que trataremos com melhor profundidade no futuro. Ainda assim, contudo, vale destacar algo tão simples quanto fundamental: seus professores devem ser, necessariamente, os pontos mais fortes da sua rede durante a graduação.</p>



<p>Todos os professores recebem pedidos de indicações para oportunidades de estágio, ou, eventualmente, podem ter oportunidades em seus respectivos escritórios. É importante, assim, fazer-se lembrar de forma positiva pelos docentes. Você conhece seus professores para além das atividades acadêmicas? Por exemplo, se a professora compartilha em sala, com a devida discrição, alguma situação trabalhada no seu escritório, você pode continuar essa análise trazendo outras perspectivas jurisprudenciais ou doutrinárias de forma a aprofundar o que fora debatido em sala.</p>



<p>Todos os professores desejam o sucesso dos seus alunos. Apresente-se. Destaque-se. Não importa o seu período no Curso, seus docentes sempre serão a primeira e mais forte alavanca para o desenvolvimento da sua carreira.</p>



<p>Saudações Acadêmicas!</p>
<p>O post <a href="https://unidombosco.edu.br/blog/a-sua-carreira-juridica-ja-comecou/">A sua carreira jurídica já começou</a> apareceu primeiro em <a href="https://unidombosco.edu.br/blog">Blog UniDomBosco</a>.</p>
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		<title>Aos penalistas de plantão</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito penal]]></category>
		<category><![CDATA[graduação em Direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo escrito pelo professor Evandro Limongi (membro do corpo docente do curso de Direito). Médico, louco, técnico de futebol, mestre de obras, cantor, mais recentemente economista,&#46;&#46;&#46;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="bsf_rt_marker"></div>
<p>Artigo escrito pelo professor Evandro Limongi (membro do corpo docente do curso de Direito).</p>



<p>Médico, louco, técnico de futebol, mestre de obras, cantor, mais recentemente economista, o brasileiro é um pouco de tudo. Acrescente-se a isso, penalistas &#8211; sim, o brasileiro se crê também um entendido em matéria penal! </p>



<p>Alimentado pela mídia e redes sociais (saudade das conversas reservadas aos almoços de família dominicais e botequins diariamente à noite), cada um tem sua opinião e crê estar certo, quanto a eventos criminais, em particular, e ao Direito, em geral. </p>



<p>As críticas dirigem-se a todos os envolvidos, dado o excessivo e violento rigor à vergonhosa impunidade; passa pelas medidas cautelares e penas insuficientes, que jamais se cumprem integralmente, e que deveriam ser até eternas&#8230; </p>



<p>Na realidade, desconhece-se a doutrina do Direito Penal, do Processo Penal, da Execução Penal – a ignorância é expressiva! Noção distorcida não falta, das polícias, dos que singularmente ou em colegiados exercem funções referentes à chamada Justiça. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="624" src="https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/penalistas-1024x624.webp" alt="penalistas" class="wp-image-9628" srcset="https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/penalistas-1024x624.webp 1024w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/penalistas-300x183.webp 300w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/penalistas-768x468.webp 768w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/penalistas-720x439.webp 720w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/penalistas-150x91.webp 150w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2023/03/penalistas.webp 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Destaco aqui, alguns pontos que me parecem do maior interesse para um esclarecimento necessário, para que se escape dos lugares comuns, para que a cidadania melhor se exerça quanto ao assunto. </p>



<p>&nbsp;&#8211; O inquérito não condena, visto o delegado não ser juiz.&nbsp;</p>



<p>&#8211; Sair na audiência de custódia não é absolvição.&nbsp;</p>



<p>&#8211; A prisão cautelar é sujeita à eventualidade.&nbsp;</p>



<p>&#8211; Não existe uma verdade, posto que cada um capta a sua própria.&nbsp;</p>



<p>&#8211; O mais importante no processo é ele mesmo, processo.&nbsp;</p>



<p>&#8211; Se estiver vivo, todo condenado preso um dia sairá do cárcere.&nbsp;</p>



<p>&#8211; Se cadeia recuperasse alguém&#8230; Ela só piora, e muito.&nbsp;</p>



<p>&#8211; Há quem se recupere, apesar dos estabelecimentos penais.&nbsp;</p>



<p>&#8211; Não há quem não erre; do policial ao tribunal, todos podem errar!&nbsp;</p>



<p>&#8211; Gritar ”Justiça”; não pode significar “Vingança”.</p>



<p>&#8211; O advogado criminalista não é cúmplice de seu cliente.&nbsp;</p>



<p>&#8211; Garantias existem para todos, inclusive para quem detesta haver garantias.&nbsp;</p>



<p>Em síntese, além de conhecer a legislação, cabe a cada um de nós posicionar-se quanto às instituições, para uma cidadania plena, para uma existência que contribua efetiva e eficazmente para seu aperfeiçoamento. </p>



<p>Vale dizer, portanto, que há de se estudar continuamente para aprender e não mais confundir-se, ser mal influenciado e esbarrar ou mesmo cair no poço do equívoco. É essencial cultivar-se, a partir daí, uma atitude crítica construtiva e deixar uma credulidade infantil à qual agarrar-se. </p>



<p>Por fim, de fato:&nbsp;</p>



<p>1.cuidado com o dolo eventual em crimes de trânsito;&nbsp;</p>



<p>2.aliás, é dolo, com o primeiro “o”; aberto, no que os telejornais insistem em falar como se se tratasse de um bolo (alimento); </p>



<p>3.só existe in dubio pro reo (na dúvida, a favor do acusado); o resto é balela que se inventou; e </p>



<p>4.se a legislação não é o que se espera dela, quem a cria é o Poder Legislativo.</p>



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