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	<title>Arquivos pirâmide de aprendizagem - Blog UniDomBosco</title>
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	<description>Tudo sobre Graduação e Pós</description>
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	<title>Arquivos pirâmide de aprendizagem - Blog UniDomBosco</title>
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		<title>Você sabe como o cérebro aprende?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blog UniDomBosco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 20:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Está bombando]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cérebro humano possui um funcionamento complexo e fascinante, capaz de realizar uma variedade de funções cognitivas, entre as quais o aprendizado ocupa uma posição central.&#46;&#46;&#46;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O cérebro humano possui um funcionamento complexo e fascinante, capaz de realizar uma variedade de funções cognitivas, entre as quais o aprendizado ocupa uma posição central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Compreender como aprendemos é crucial não só para educadores e estudantes, mas também para qualquer pessoa interessada em melhorar sua <a href="https://unidombosco.edu.br/blog/tecnicas-de-memorizacao-para-estudantes/">capacidade de absorver e reter informações</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, uma pesquisa publicada no European Journal of Social Psychology examinou o tempo necessário para formar hábitos no dia a dia, ao estudar como as pessoas automatizam uma ação ao longo de 12 semanas. Intitulada &#8220;How habits are formed: modelling habit formation in the real world&#8221; (ou &#8220;Como os hábitos são formados: modelando a formação de hábitos no mundo real&#8221;), a pesquisa revelou que, para alcançar 95% de automaticidade, leva-se entre 18 e 254 dias para memorizar um hábito. Em média, uma pessoa se adaptou a uma nova ação após 66 dias, com a complexidade do hábito afetando a duração necessária para adquiri-lo (fonte: <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/07/quanto-tempo-o-cerebro-leva-para-memorizar">National Geographic</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para compreender mais sobre este tema, no post de hoje vamos entender como o cérebro aprende e explicar o processo da Pirâmide de Aprendizagem de William Glasser, que sugere diferentes níveis de retenção de conhecimento conforme a metodologia empregada no ensino.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O cérebro e o aprendizado </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">É importante entender algumas noções básicas sobre como o cérebro aprende. O aprendizado envolve a alteração da estrutura e <a href="https://unidombosco.edu.br/blog/neuropsicologia-saiba-mais/">função do cérebro</a> através de um processo conhecido como neuroplasticidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o portal <a href="https://porvir.org/os-caminhos-da-aprendizagem-como-o-cerebro-funciona/">Porvir</a>, essa plasticidade neural ocorre quando os neurônios, que são as células cerebrais, se comunicam entre si através de sinapses. A repetição de certas atividades ou pensamentos leva ao fortalecimento dessas conexões sinápticas, o que facilita a retenção e recuperação de informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar que a neuroplasticidade não é apenas uma característica da infância; o cérebro adulto também retém uma notável capacidade de se reorganizar e formar novas conexões neurais em resposta a novas informações ou estímulos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Obviamente que na infância é mais rápido e fácil aprender determinados assuntos do que na fase adulta, mas essa capacidade do cérebro se adaptar a novos estímulos se torna crucial para pessoas que sonham em se graduar ou se <a href="https://unidombosco.edu.br/blog/pos-graduacao-lato-sensu-comece-ainda-este-semestre/">especializar em alguma área</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, educadores e alunos podem se beneficiar ao entender como o cérebro aprende, integrando estratégias de ensino e aprendizagem para maximizar o potencial de aprendizado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Influência das emoções e do sono no aprendizado </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As emoções desempenham um papel vital no aprendizado, pois podem intensificar a retenção de memórias e facilitar a absorção de novas informações. Isso acontece porque a ativação emocional estimula áreas do cérebro, como o hipocampo, essenciais para consolidar memórias (fonte: <a href="https://www.comciencia.br/memorias-ligadas-ao-medo-sao-mais-fortes-que-as-prazerosas/">Com Ciência</a>).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, integrar conteúdo emocionalmente relevante no ensino pode <a href="https://unidombosco.edu.br/blog/dicas-de-como-melhorar-a-concentracao-nos-estudos/">melhorar significativamente a aprendizagem</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o sono é crucial para consolidar o que aprendemos. Durante o sono, especialmente nas fases de movimento rápido dos olhos (REM), o cérebro reorganiza informações, conectando novas aprendizagens a conhecimentos prévios, o que não só protege as novas informações de serem esquecidas, mas também ajuda na compreensão e aplicação futura.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Pirâmide de Aprendizagem de William Glasser </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após entender como o cérebro aprende, bem como o impacto significativo das emoções e do sono na retenção de conhecimento, é essencial aprofundar nossa compreensão sobre as <a href="https://unidombosco.edu.br/blog/saiba-mais-sobre-a-pos-em-aprendizagem-ativa/">metodologias de ensino eficazes</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvida inicialmente por Edgar Dale nos anos 1960 e posteriormente adaptada por William Glasser, a Pirâmide de Aprendizagem é uma representação visual que demonstra os diferentes níveis de retenção de conhecimento esperados a partir de vários métodos de ensino (fonte: <a href="https://cer.sebrae.com.br/blog/piramide-de-aprendizagem-de-willian-glasser/">Sebrae</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo essa teoria, os métodos que envolvem maior participação ativa do aluno tendem a resultar em uma maior retenção de conhecimento, tornando-se uma ferramenta pedagógica muito útil no ensino brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pirâmide, os métodos de aprendizagem passiva são os menos eficientes. Quando os alunos se limitam a ler material por conta própria, a retenção de conhecimento é de apenas 10%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse número cresce um pouco, para 20%, quando a informação é recebida auditivamente, como em uma palestra ou aula tradicional. Observar uma demonstração aumenta a retenção para cerca de 30%, mas ainda é considerado baixo em termos de eficácia educacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como já abordado anteriormente, a aprendizagem começa a se tornar mais efetiva quando os métodos envolvem maior interação e engajamento do aluno. Discussões em grupo podem elevar a retenção para 70%, já que os alunos têm a oportunidade de trocar ideias, esclarecer dúvidas e reforçar o aprendizado através do diálogo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a prática do que foi aprendido, como em exercícios práticos ou simulações, pode resultar em uma taxa de retenção de até 80%, reforçando a importância da aplicação prática do conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ápice da eficácia de aprendizagem, com uma taxa de retenção de até 95%, ocorre quando os alunos ensinam o conteúdo a outros ou aplicam o conhecimento em situações reais. Isso ressalta que a valorização da experiência direta e a utilização imediata do aprendizado são formas supremas de consolidar o conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, estimular os estudantes a se engajarem de diferentes formas com o conteúdo ensinado aumenta significativamente a retenção de informação, fazendo com que o cérebro aprenda de maneira mais rápida.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como aprender em cada nível de aprendizagem? </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na Pirâmide de Aprendizagem de Glasser vimos que as principais habilidades cognitivas para aprendizagem são: ler, ouvir, debater, praticar e ensinar. Sendo que cada uma dessas habilidades estimula o cérebro de maneiras diversas, influenciando diretamente na capacidade de retenção do aprendizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira agora como intensificar a aprendizagem de acordo com cada nível (fonte: <a href="https://blog.saraivaeducacao.com.br/piramide-da-aprendizagem/">Saraiva Educação</a>):</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ler </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No nível de ler, é essencial <a href="https://unidombosco.edu.br/blog/livros-mais-lidos-em-2022/">envolver ativamente o cérebro</a> no processo de aprendizagem. Para isso, é recomendável fazer anotações enquanto lê, sublinhar pontos chave e resumir cada seção lida. Esta prática ajuda o cérebro a engajar-se mais profundamente com o material e facilita a retenção de informações.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ouvir </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ouvimos, devemos minimizar distrações externas para que o cérebro possa focar exclusivamente no áudio. Repetir em voz alta o que foi ouvido ou explicar para outra pessoa são técnicas que estimulam o cérebro a consolidar a informação ouvida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ver </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao aprender pelo método de ver, o cérebro pode ser estimulado através da integração de recursos visuais, como diagramas, gráficos e vídeos. Esses elementos ajudam a criar uma representação visual do conhecimento, tornando a compreensão mais concreta e menos abstrata.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Debater</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Debater com outros é uma maneira poderosa de reforçar o aprendizado, pois o cérebro é desafiado a pensar criticamente e a reformular suas ideias. Participar de discussões em grupo ou fóruns online pode proporcionar insights valiosos e diferentes perspectivas que enriquecem o entendimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="717" src="https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cerebro-_Copy_-1024x717.webp" alt="cerebro-em-cima-de-um-caderno" class="wp-image-11739" srcset="https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cerebro-_Copy_-1024x717.webp 1024w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cerebro-_Copy_-300x210.webp 300w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cerebro-_Copy_-768x537.webp 768w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cerebro-_Copy_-720x504.webp 720w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cerebro-_Copy_-150x105.webp 150w, https://unidombosco.edu.br/blog/wp-content/uploads/2024/05/cerebro-_Copy_.webp 1029w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Praticar</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Praticar o que foi aprendido, colocando em ação os conhecimentos adquiridos, é fundamental. O cérebro se beneficia enormemente da experiência prática, seja através de exercícios, simulações ou implementação real de conceitos. Isso não apenas solidifica o aprendizado, mas também ajuda a identificar áreas que precisam de mais atenção.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ensinar</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por último, ensinar outras pessoas é uma técnica que engaja o cérebro em um nível mais alto de processamento cognitivo. Preparar-se para ensinar obriga a organizar o pensamento e a compreender completamente o assunto, garantindo que o cérebro revise e internalize profundamente o conteúdo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, cada um desses métodos ativa diferentes áreas do cérebro, promovendo uma aprendizagem mais abrangente e duradoura. Ao adotar essas estratégias, os estudantes podem melhorar significativamente sua capacidade de aprender e reter informações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pequenos descansos para o cérebro aprender melhor </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando estamos aprendendo sobre um novo assunto ou habilidades novas, é comum pensarmos que a prática incessante é o caminho, mas pausas curtas durante o estudo ou aprendizado são fundamentais nesse processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O portal <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-61514417">BBC</a> orienta que durante essas pausas, o cérebro realiza &#8220;replays&#8221; acelerados da atividade praticada, transformando a memória de curta duração em longa duração. Este processo ocorre quase simultaneamente à prática, sendo crucial para a consolidação do aprendizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, momentos de descanso evitam o cansaço mental e mantêm a concentração e a motivação, acelerando a aquisição de novas competências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a pirâmide de aprendizagem de Glasser, aliada a pequenos descansos, sugere um método eficaz de retenção. A prática ativa com intervalos estratégicos otimiza a consolidação do conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gostou de saber mais sobre como o cérebro aprende? Que tal conhecer os cursos de graduação (<a href="https://unidombosco.edu.br/categoria/graduacao/presencial/">presencial</a> ou <a href="https://unidombosco.edu.br/categoria/graduacao/ead/">EAD</a>) e pós-graduação (também <a href="https://unidombosco.edu.br/categoria/pos-graduacao/pos-presencial/">presencial</a> ou <a href="https://unidombosco.edu.br/categoria/pos-graduacao/pos-ead/">EAD</a>) do UniDomBosco?&nbsp;</p>



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